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CDN apóia iniciativa pela transparência nas contas públicas
Com apoio institucional e operacional, a CDN teve um papel relevante no lançamento do Índice de Transparência dos Estados e do Executivo Federal, que avaliou as informações prestadas à sociedade sobre os orçamentos públicos. O índice foi criado pela Associação Contas Abertas e significa um passo a mais no esforço para ampliar o controle social dos recursos manejados pelos governantes brasileiros.
No evento realizado na quarta-feira (17/07), a entidade divulgou o ranking que classificou os indicadores de 28 sites mantidos pelos governos, que cumprem a obrigação legal de dar acesso aos dados orçamentários. O Portal da Transparência da União foi o primeiro colocado, seguido pelos sites de São Paulo e Pernambuco. Os critérios de avaliação contemplaram o conteúdo disponível, a frequência de atualização dos dados e a facilidade de navegação.
“A transparência das contas públicas é tão importante para a democracia quanto a liberdade de expressão”, afirma o secretário-geral da Associação Contas Abertas, Gil Castello Branco. A expectativa é de que a divulgação do índice, que será ampliado para as capitais e demais municípios, represente um estímulo à maior abertura dos dados oficiais. E permita à sociedade identificar com mais clareza desperdícios, ineficiências e eventuais irregularidades na execução orçamentária.
O presidente do Conselho da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcanti, participou do evento e foi o anfitrião, no auditório da entidade em Brasília, de mais de cem pessoas – parlamentares, técnicos da área orçamentária e jornalistas. Os governadores de São Paulo, Alberto Goldman, e de Pernambuco, Eduardo Campos, também estiveram presentes. O mestre de cerimônias foi Inácio Muzzi, vice-presidente da CDN.
A iniciativa alcançou ampla repercussão na mídia, com cerca de cem menções registradas ao Índice de Transparência em veículos impressos, sites na internet e emissoras de televisão – a Globo News abordou o tema em quatro inserções ao longo da quarta-feira. O assunto foi levado à tribuna do Senado, pelo senador Heráclito Fortes (DEM-PI), e mobilizou secretários de Fazenda e a opinião pública nos Estados.




















