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07.07.2011 | Clientes, Sala de Imprensa

Vacinação é o melhor caminho para prevenir as crianças contra a meningite pneumocócica

A imunização e a adoção de hábitos simples na rotina podem evitar o risco de contaminação

Aquela febre alta que não passa e a apatia que, por vezes, deixam as crianças sem vontade de brincar podem ser somente uma virose. Mas toda a atenção das mães é necessária quando os pequenos ficam abatidos assim, pois estes são também os sintomas da meningite – uma inflamação grave nas membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal.

Ela é classificada em dois grupos principais: meningite viral (causada por diversos vírus) ou meningite bacteriana (causada por bactérias). A forma viral é mais amena e não necessita de medicação específica, pois os sintomas tendem a desaparecer sozinhos em alguns dias com a reação do próprio organismo1. Já a meningite bacteriana, causada especialmente por meningococos e pneumococos, é mais grave e pode deixar sequelas no paciente, além de existir o risco de morte em quem a contrai. 1, 2

“A rapidez no diagnóstico e no início do tratamento são condições preponderantes para se evitar a morte pela meningite ou alguma sequela grave relacionada à doença – entre elas a cegueira, surdez e paralisias motoras, no caso da meningite bacteriana”, alerta o pediatra e epidemiologista José Geraldo Leite Ribeiro, professor da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais.

A transmissão acontece em geral por meio da saliva e gotículas respiratórias do indivíduo que tem a meningite. Tosses e espirros costumam ser os principais meios de transporte do vírus ou bactéria. A prevalência se dá principalmente entre as crianças de até seis anos de idade e os idosos. Só nos países em desenvolvimento a meningite pneumocócica mata ou incapacita entre 40% e 75% das crianças que a contraem3.

Os sintomas mais prevalentes da meningite são febre alta ou moderada permanente, forte dor de cabeça, vômito, palidez, dificuldade de movimentar a cabeça, manchas hemorrágicas e, nos bebês, abaulamento de fontanela (das ‘moleiras’ do bebê) e mudança de comportamento.
Dados do Ministério da Saúde4 apontam que, somente no Brasil, o pneumococo é a segunda maior causa de meningites bacterianas e responde por 1.250 casos ao ano. Isso faz da meningite pneumocócica um risco significativo para a saúde pública.

Porém a doença tem tratamento. No caso da meningite bacteriana as opções terapêuticas incluem, entre outros, o uso de antibióticos e corticóides. Contudo, a vacinação é a melhor maneira de prevenção quando o assunto é meningite.

“A probabilidade das famílias protegerem suas crianças contra todos os agentes infecciosos que provocam a meningite é pequena. Porém, as meningites bacterianas pneumocócicas são aquelas que apresentam o maior índice de mortalidade,” explica Ribeiro. Para se ter uma ideia, o Estado de São Paulo apresenta um alto índice5 de letalidade por meningites por pneumococo: em torno de 28% e 29%. “Felizmente, já dispomos de vacinas para a maioria dos sorotipos causadores desta doença no Brasil”, conta o especialista.

“A imunização é um método muito eficaz para prevenir a doença e suas consequências. Até 92% dos casos de meningite pneumocócica ocorridos no Brasil poderiam ser evitados com a vacinação contra a doença. Portanto, é imprescindível que os pais cumpram a recomendação dos pediatras”, reforça Ribeiro. No Brasil, já existem no mercado opções para imunização contra a meningite pneumocócica. Uma delas é a Prevenar 13, também conhecida como vacina pneumocócica 13 valente (conjugada). Desenvolvida pela Pfizer, a P-13 oferece ampla cobertura na imunização de crianças contra doenças pneumocócicas, entre elas a meningite.

Dicas simples para se prevenir a Meningite

 Evitar a permanência em lugares aglomerados, fechados e abafados, especialmente no inverno
 Lavar as mãos com água e sabão frequentemente
 Manter uma alimentação equilibrada, rica em frutas, legumes e verduras
 Consumir muita água
 Estar em dia com o calendário vacinal e completar a imunização contra as doenças pneumocócicas e meningocócicas
 Uma aliada da prevenção é a vacina pneumocócica 13 valente – a Prevenar 13, que apresenta a mais ampla cobertura contra doenças pneumocócicas, incluindo a meningite

Referências:
1-Centers for Disease Control and Prevention. Meningitis. Questions & Answers. 2011. Available at: http://www.cdc.gov/meningitis/about/faq.html.
2- World Health Organization. Meningococcal Meningitis. 2010. Available at: http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs141/en/index.html.
3-National Institutes of Health. Pneumococcal Disease. 2009. Available at:
4- Ministério da Saúde / Secretaria de Vigilância em Saúde
http://www.niaid.nih.gov/topics/pneumococal/Pages/PneumococcalDisease.aspx.
5-Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo / Centro de Vigilância Epidemiológica
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Pfizer
Fundada em 1849, a Pfizer é uma das mais completas e diversificadas companhias do setor farmacêutico. Presente em mais de 150 países, a empresa está no Brasil desde 1952. Melhorar a saúde e proporcionar bem-estar fazem parte da missão da Pfizer ao descobrir, desenvolver, fabricar e comercializar medicamentos de prescrição, genéricos e de consumo para Saúde Humana e Animal. A companhia oferece opções terapêuticas para uma variedade de doenças em todas as etapas da vida, com um portfólio que engloba desde vitaminas para gestantes e vacinas para bebês, até medicamentos para doenças complexas, como dor, câncer, tabagismo, infecções e doença de Alzheimer. Entre seus produtos, destacam-se Lípitor, Enbrel, Viagra, Sutent, Lyrica, Rapamune, Champix, Eranz, Centrum, Pristiq, Zyvox, Advil e a vacina Prevenar. A Pfizer também mantém e acompanha projetos sociais voltados para educação, saúde e sustentabilidade no país.

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